O Brasil aplica apenas 4% do seu
PIB em saúde, quando em outros países investem de 6 a 8%. E investem em
medicina preventiva e não só curativa.
A boa saúde não depende só de
remédios, médicos e hospitais. Depende de uma infraestrutura que permita ao
acesso aos bens que favorecem a manutenção da qualidade da saúde: alimentação,
moradia, saneamento básico, educação, fiscalização, salários suficientes para
sustentam esses bens, e condições de trabalho que permita evitar o absurdo de
que só entre trabalhadores formais, com vinculo pela CLT, tenham sido
contabilizados em 2007, no Brasil, 653.090 acidentes de trabalho. O dobro das
baixas por acidentes de trânsito e pela AIDS. Doze mil vitimas eram crianças
trabalhadoras.
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