domingo, 31 de agosto de 2014

PARTILHA E SOLIDARIEDADE CRISTÃ (PARTE 2)



Mas há algo que podemos afirmar com alegria e esperança, a humanidade ainda se sensibiliza com a fraqueza da humanidade. As pessoas se unem, esquecendo suas diferenças. Organizações, celebridades, governos e as pessoas comuns se mobilizam em prol das vitimas-nos mais distantes lugares. Mas serão necessárias as catástrofes para que nosso senso de humanidade seja desperto? Por que no dia-a-dia esbarramos no egoísmo e no individualismo? Por que pessoas são capazes de mandar agua e mantimentos para pessoas tão distantes e muitas vezes estão cegas ás necessidades de sua própria comunidade social?

sábado, 30 de agosto de 2014

PARTILHA E SOLIDARIEDADE CRISTÃ (PARTE 1)



Nos últimos tempos temos assistido com perplexidade aos enormes números de catástrofes ceifando a vida de milhares de pessoas no mundo inteiro. Pobres e ricos, pretos e brancos, cristãos e não cristãos; céticos diante da mesma sensação de impotência. A mesma geração gerada por atrocidades, como as guerras, os conflitos políticos, as injustiças sócias, a fome, a miséria e assim por diante.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

EXISTE DIFERENÇA ENTRE DIZIMO E OFERTA? (PARTE 2)



No momento do ofertório levaremos para o altar do Senhor nossa gratidão pelo mundo que Ele nos oferece e também tudo e todos que desejamos ver consagrados no corpo e no sangue de Jesus. 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

EXISTE DIFERENÇA ENTRE DIZIMO E OFERTA? (PARTE 1)


Existe sim!

O dizimo tem por referência nossa produção, ou os ganhos que temos em determinado período. Por exemplo: se recebemos nosso salario uma vez por mês, vamos contribuir com o dizimo somente uma vez por mês. 

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

PASTORAL DA CRIANÇA E DA PESSOA IDOSA (PARTE 3)

Recebam nosso carinho e homenagem todos os envolvidos nessas pastorais que mostram que atitudes simples são capazes de mudar a realidade.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

PASTORAL DA CRIANÇA E DA PESSOA IDOSA (PARTE 2)



No ano de 1993, em um encontro providencial entre a Dra. Zilda Arns e Dr. João Batista Lima Filho, ela dizia: “Muitos lideres idosos da Pastoral da Criança me pedem orientações para seu problema de pressão alta, urina solta, insônia e outros”. Quando eu visito as comunidades com a pastoral da criança, ouço as lideres dizerem que ao visitar as famílias, além de gestantes e crianças, também encontram pessoas idosas; e estas liderem gostariam de saber orientar também sobre questões de envelhecimento, porém, não conhecem esta área.” Desta conversa originou uma serie de ações que culminaram da fundação da PASTORAL DA PESSOA IDOSA, aos 5 de novembro de 2004 na I Assembleia da pastoral, onde também foi aprovado seu estatuto.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

PASTORAL DA CRIANÇA E DA PESSOA IDOSA (PARTE 1)



A Pastoral da Criança, organismo de ação da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) é uma organização comunitária, de atuação nacional, que tem seu trabalho baseado na solidariedade e na partilha do saber. O seu objetivo é promover o desenvolvimento integral das crianças pobres, da concepção aos seis anos de idade, em seu contexto familiar e comunitário, a partir de ações preventivas de saúde, nutrição, educação e cidadania, realizadas por mais de 260 mil voluntários capacitados. 

terça-feira, 5 de agosto de 2014

PELO DIREITO A IGUALDADE E SAÚDE (PARTE 7)


Nossas comunidades católicas devem promover debates e reflexões junto aos lideres comunitários e responsáveis pela saúde de nossos bairros. É pela união que venceremos mais esta luta.

VOTAR, ACOMPANHAR, COBRAR, AVALIAR e NÃO ACEITAR discursos e ações que não favoreçam a difusão da saúde pública no Brasil. 

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

PELO DIREITO A IGUALDADE E SAÚDE (PARTE 6)



É priorizar e acompanhar a organização de eventos/ ações que nem sempre contribuem com essa pratica/ necessidade de manter a população livre de situações que dão abertura a atitudes que estimulam, de certa forma, uma vida sedentária e estressante, geradora de angustias, ansiedades e depressão, desembocando como consequência, no uso de drogas, licita ou não, doenças sexualmente transmissíveis, consumismo, endividamento, desemprego, fome, miséria...