terça-feira, 2 de dezembro de 2014

CATECISMO DA IGREJA CATOLICA (PARTE 4)



O papa João de Deus outorgou, em 1989, ao teólogo e cardeal Ratzinger, a missão de presidir uma comissão, composto de doze bispos para preparar o projeto para o catecismo católico. Esta equipe orientou os trabalhos, constituídos de nove composições, até chegar ao atual CIC, em uma linguagem acessível e compreensiva.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

CATECISMO DA IGREJA CATOLICA (PARTE 3)



O catecismo da igreja católica – CIC – é fruto da Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos, comemorando os vinte anos de encerramento do Concilio Vaticano II (1962-1965) celebrando aos 25 de janeiro de 1985. Nessa ocasião surgiu à motivação de se criar um compêndio, ou catecismo, como é conhecido. Tal obra deveria estetizar a doutrina da igreja católica, a fim de que os fies pudessem conhecer mais sobre sua fé e a igreja. O Papa João Paulo II, hoje Beato João Paulo II, assumiu o trabalho de composição do CIC, e no dia 11 de outubro de 1992 apresentou ao mundo seu trabalho, de aproximadamente, seis anos.    

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

CATECISMO DA IGREJA CATOLICA (PARTE 2)



O catecismo constitui um texto de referência seguro e autêntico para o ensino da doutrina católica. No catecismo, o fiel cristão encontra o que a igreja acredita, professa, celebra, vive e ora em seu dia-a-dia. O catecismo está organizado de forma a expor, em linguagem atual, os fundamentos da fé cristã-católica. 

domingo, 16 de novembro de 2014

CATECISMO DA IGREJA CATOLICA (PARTE 1)



Da palavra grega Katecheo, catecismo significa “instruir”, “orientar” e “informar”. Portanto, o catecismo da igreja católica é a exposições das verdades da fé que a igreja guarda e transmite, tendo como fundamento a palavra de Deus e a tradição dos apóstolos, transmitidas em todos os tempos até os dias de hoje. 

sábado, 15 de novembro de 2014

IAM – INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA MISSIONARIA (PARTE 3)


Tornando como exemplo a vida de Jesus e de seus discípulos, a infância missionaria tem em Maria, a mãe de Jesus, uma fiel testemunha da autêntica ação evangelizadora. Inspira-se também em São Francisco Xavier e Santa Teresinha do Menino Jesus, padroeiro das missões. Ambos viveram ardentemente o carisma missionário universal, doando suas vidas pelo anuncio do evangelho.   


A todos, crianças, adolescentes, jovens e adultos envolvidos nesse projeto, nossa gratidão e homenagem. 

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

IAM – INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA MISSIONARIA (PARTE 2)


É missionaria porque educa as crianças no crescimento da fé, inserindo-as nas atividades missionarias, em uma dimensão universal. Pelo compromisso do batismo vivem concretamente a experiência de partilha da fé e dos seus bens de todas as crianças do mundo.


Por que é uma obra pontifícia? Porque se diferencia de uma atividade apostólica transitória, com a organização e a presença em toda parte do mundo, pelo seu testemunho e eficiência, tendo sido aprovado e assumida pelo Papa (Pio XI) como obra evangélica a serviço de toda a igreja. Tem como finalidade suscitar o espírito missionário nas crianças, desenvolvendo o protagonismo na solidariedade e na evangelização e, por meio deles, em todo o povo de Deus: “Crianças ajudam a evangelizar crianças”. São crianças em favor de outras crianças. 

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

IAM – INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA MISSIONARIA (PARTE 1)


 Durante a 16º Assembleia o secretario nacional da obra, Padre André Luiz de Negreiros, anuncio o “Ano da infância e adolescência missionaria no Brasil”, evento comemorativo dos 170 anos da IAM a todo o mundo.
A pontifícia obra da infância e adolescência missionaria (IAM) foi fundada por Dom Carlos Gorbin-Janson, Bispo de Nancy, França, em 19 de maio de 1843.

Hoje a Iam está presente em todos os continentes, em mais de 130 países, sendo denominada infância, pois seus protagonistas são crianças e adolescentes, que se dedicam em favor das crianças do mundo inteiro, independentemente da cultura, raça ou religião. O nome “Infância e adolescência missionaria” vêm de uma devoção existente então na França: a infância do menino Jesus. Por isso surgiu com o nome de “santa infância”.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

PARTILHAR: PRATICA QUE LIBERTA (PARTE 2)


Que alegria tem um coração egoísta? Do que vale ter tudo e não ter com quem partilhar as suas conquistas e vitorias?
O que para o mundo é a loucura da insegurança, para nós cristãos, é a garantia segura da liberdade.
Só conhece a liberdade àquele que faz bom uso dos bens terrenos e não se deixa, por eles, escravizar.

Faça a experiência!   

terça-feira, 4 de novembro de 2014

PARTILHAR: PRATICA QUE LIBERTA


A partilha contraria todos os princípios que o mundo ensina:
“Quem pode mais chora menos”
“Cada um por si e Deus para todos”
“Salve-se quem puder”
Jesus ensinou: Não sois deste mundo... E Paulo salientou: Buscai as pessoas do alto...
Nossa esperança na eternidade tem suas raízes nas praticas de solidariedade.

Pela partilha dimensionamos o verdadeiro valor das coisas. Para que nos servem as coisas se não para conviver com nossos semelhantes? 

domingo, 2 de novembro de 2014

VICENTINOS (PARTE 3)


 A visita domiciliar é a principal atividade dos Vicentinos. Semanalmente são feitas mais de 200 mil visitas, em diferentes bolsões de miséria. Assim, todos que são amparados pela instituição são incentivados a melhorar suas vidas em todos os sentidos.
Homenageamos a todos os vicentinos pelo bem extraordinário que realizam pela igreja e pela sociedade.

Seja você também um vicentino. Abra seu coração para este amor partilhado. 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

VICENTINOS (PARTE 2)



 Atualmente a Sociedade de São Vicente de Paula está presente em 143 países e têm mais de 700 mil membros espalhados pelo mundo. O Brasil é o maior país vicentino do planeta; aqui a instituição nasceu em 1872, com a conferência São José, no Rio de Janeiro. E conta com cerca de 250 mil voluntários, organizados em 20 mil conferencia e 33 conselhos metropolitanos.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

VICENTINOS (PARTE 1)



Frederico Ozanam nasceu em 1813. Aos 20 anos, ao lado de companheiros fieis, em paria, na França, deu inicio a uma obra que ajuda milhões de famílias há mais de 170 anos: a sociedade de São Vicente de Paulo – SSVP.

A missão da Sociedade de São Vicente de Paulo é aliviar a miséria espiritual e material dos que vivem em situações de risco social, colocando em pratica os ensinamentos de Cristo e da Igreja Católica. 

sábado, 18 de outubro de 2014

PARTILHA E SOLIDARIEDADE CRISTÃ (PARTE 7)



Há segredos que só nos são revelados na pratica da partilha. Mistérios com capacidades de nos descortinar horizontes da felicidade e da paz. A solidariedade desperta em nós valores humanos que nos tornam pessoas melhores.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

PARTILHA E SOLIDARIEDADE CRISTÃ (PARTE 6)


Difícil explicar o que o amor promove nos corações. É preciso amar. Difícil explicar o que se revelado na partilha. É preciso partilhar. Há riquezas escondidas e que aguardam nossas ações para se manifestarem. Faça a sua experiência. Não deixe para aprender com as catástrofes. Aprenda com o Mestre Jesus. Vós conheceis a bondade de nosso Senhor Jesus Cristo. Sendo rico,  se fez pobre por nós, a fim de nos enriquecer com sua pobreza. 

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

PARTILHA E SOLIDARIEDADE CRISTÃ (PARTE 5)



A verdadeira riqueza não é aquela que pode ser acumulada, contabilizada, mas sim aquela que se percebe na distribuição a todos. Pois no conviveu social, a igualdade de oportunidades, a dignidade á vida, aos direitos humanos é produzem a verdadeira prosperidade.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

PARTILHA E SOLIDARIEDADE CRISTÃ (PARTE 5)



Quando se dá de bom coração segundo as suas possibilidades (evidentemente não do que não se tem), sempre se é bem recebido. Não se trata de aliviar os outros sofrendo penúria, mais sim que haja igualdade entre vós. Nas atuais circunstancias, vossa abundancia supra a indulgência daqueles, para que, por seu turno, a abundancia deles venha suprir a vossa indulgência. Assim reinara a igualdade, como está escrito: O que colheu muito, não teve sobra; e o que colheu pouco, não teve falta (Ex 16, 18)

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

PARTILHA E SOLIDARIEDADE CRISTÃ (PARTE 4)



O que mais admiramos em pessoas como Madre Teresa de Calcutá, Irmã Dulce, São João da Cruz, São Francisco de Assis, Dra. Zilda Arns e tantos outros santos reconhecidos ou não, é exatamente a riqueza que estes manifestam com suas vidas ao se despojarem de tudo e irem ao encontro da pobreza.  A eles é dada a graça de revelação do Deus amor. Todo aquele que partilha de modo solitário, gratuito, como nos ensina São Paulo em sua segunda carta á comunidade de Corinto, é mergulhado na graça de revelação. Aquele que dá a semente ao semeador e o pão para comer, vos dará rica sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça.

domingo, 7 de setembro de 2014

PARTILHA E SOLIDARIEDADE CRISTÃ (PARTE 3)



A cultura da solidão tem enfraquecido a cultura da solidariedade, a cultura do egoísmo tem sufocado a cultura da partilha. Ás vezes tem a sensação de ver estabelecida a cultura de desumanização. A partilha e a solidariedade, assim como o amor, são próprias do ser humano.

domingo, 31 de agosto de 2014

PARTILHA E SOLIDARIEDADE CRISTÃ (PARTE 2)



Mas há algo que podemos afirmar com alegria e esperança, a humanidade ainda se sensibiliza com a fraqueza da humanidade. As pessoas se unem, esquecendo suas diferenças. Organizações, celebridades, governos e as pessoas comuns se mobilizam em prol das vitimas-nos mais distantes lugares. Mas serão necessárias as catástrofes para que nosso senso de humanidade seja desperto? Por que no dia-a-dia esbarramos no egoísmo e no individualismo? Por que pessoas são capazes de mandar agua e mantimentos para pessoas tão distantes e muitas vezes estão cegas ás necessidades de sua própria comunidade social?

sábado, 30 de agosto de 2014

PARTILHA E SOLIDARIEDADE CRISTÃ (PARTE 1)



Nos últimos tempos temos assistido com perplexidade aos enormes números de catástrofes ceifando a vida de milhares de pessoas no mundo inteiro. Pobres e ricos, pretos e brancos, cristãos e não cristãos; céticos diante da mesma sensação de impotência. A mesma geração gerada por atrocidades, como as guerras, os conflitos políticos, as injustiças sócias, a fome, a miséria e assim por diante.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

EXISTE DIFERENÇA ENTRE DIZIMO E OFERTA? (PARTE 2)



No momento do ofertório levaremos para o altar do Senhor nossa gratidão pelo mundo que Ele nos oferece e também tudo e todos que desejamos ver consagrados no corpo e no sangue de Jesus. 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

EXISTE DIFERENÇA ENTRE DIZIMO E OFERTA? (PARTE 1)


Existe sim!

O dizimo tem por referência nossa produção, ou os ganhos que temos em determinado período. Por exemplo: se recebemos nosso salario uma vez por mês, vamos contribuir com o dizimo somente uma vez por mês. 

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

PASTORAL DA CRIANÇA E DA PESSOA IDOSA (PARTE 3)

Recebam nosso carinho e homenagem todos os envolvidos nessas pastorais que mostram que atitudes simples são capazes de mudar a realidade.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

PASTORAL DA CRIANÇA E DA PESSOA IDOSA (PARTE 2)



No ano de 1993, em um encontro providencial entre a Dra. Zilda Arns e Dr. João Batista Lima Filho, ela dizia: “Muitos lideres idosos da Pastoral da Criança me pedem orientações para seu problema de pressão alta, urina solta, insônia e outros”. Quando eu visito as comunidades com a pastoral da criança, ouço as lideres dizerem que ao visitar as famílias, além de gestantes e crianças, também encontram pessoas idosas; e estas liderem gostariam de saber orientar também sobre questões de envelhecimento, porém, não conhecem esta área.” Desta conversa originou uma serie de ações que culminaram da fundação da PASTORAL DA PESSOA IDOSA, aos 5 de novembro de 2004 na I Assembleia da pastoral, onde também foi aprovado seu estatuto.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

PASTORAL DA CRIANÇA E DA PESSOA IDOSA (PARTE 1)



A Pastoral da Criança, organismo de ação da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) é uma organização comunitária, de atuação nacional, que tem seu trabalho baseado na solidariedade e na partilha do saber. O seu objetivo é promover o desenvolvimento integral das crianças pobres, da concepção aos seis anos de idade, em seu contexto familiar e comunitário, a partir de ações preventivas de saúde, nutrição, educação e cidadania, realizadas por mais de 260 mil voluntários capacitados. 

terça-feira, 5 de agosto de 2014

PELO DIREITO A IGUALDADE E SAÚDE (PARTE 7)


Nossas comunidades católicas devem promover debates e reflexões junto aos lideres comunitários e responsáveis pela saúde de nossos bairros. É pela união que venceremos mais esta luta.

VOTAR, ACOMPANHAR, COBRAR, AVALIAR e NÃO ACEITAR discursos e ações que não favoreçam a difusão da saúde pública no Brasil. 

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

PELO DIREITO A IGUALDADE E SAÚDE (PARTE 6)



É priorizar e acompanhar a organização de eventos/ ações que nem sempre contribuem com essa pratica/ necessidade de manter a população livre de situações que dão abertura a atitudes que estimulam, de certa forma, uma vida sedentária e estressante, geradora de angustias, ansiedades e depressão, desembocando como consequência, no uso de drogas, licita ou não, doenças sexualmente transmissíveis, consumismo, endividamento, desemprego, fome, miséria... 

quarta-feira, 23 de julho de 2014

PELO DIREITO A IGUALDADE E SAÚDE (PARTE 6)



É mobilizar as comunidades e coibir todas as ações locais que não promovem SAÚDE, através do descaso com infraestrutura; lixo sem tratamento; irresponsabilidades ambientais; atendimentos desumanizados; inexistência de sistema sistemático e sério, preventivo; falta de divulgação; de interesse publico, sobre o que tem o que não tem o que pode o que não pode e porque pode e porque não pode, em relação às UBSs e a população; é educar e reeducar para sempre...

sexta-feira, 4 de julho de 2014

PELO DIREITO A IGUALDADE E SAÚDE (PARTE 5)



É, através deste diagnostico, acompanhar as ações das unidades básicas de saúde, das Equipes de programa Estratégia saúde na Família, do executivo e do legislativo, sem trégua. 

terça-feira, 1 de julho de 2014

PELO DIREITO A IGUALDADE E SAÚDE (PARTE 4)


São conhecer a realidade local, os mecanismos disponíveis para o atendimento dos serviços de prevenção e de tratamento...

 É sair do campo filosófico/ sensacionalista/ oportunista e realizar um diagnostico com a participação dos conselhos municipais de saúde, onde os membros sejam compostos por representantes que representem de fato, um segmento, sabendo de sua importância no processo. 

terça-feira, 24 de junho de 2014

PELO DIREITO A IGUALDADE E SAÚDE (PARTE 3)


A saúde publica no Brasil é assunto cativo nas pautas, porem quem a discute se difere, de acordo com interesses, mais corporativos que coletivos, infelizmente.
Para discutir a saúde publica é necessário provocar uma revolução a partir da destituição dos cartéis, formado em nome da SAUDE PUBLICA!

É falar em promoção da saúde, de qualidade de vida, da noção de responsabilidade de gestores, compartilhada com a sociedade organizada a partir de amplos debates das comunidades, com lideranças politicas comprometidas e profissionais sérios. 

segunda-feira, 23 de junho de 2014

PELO DIREITO A IGUALDADE E SAÚDE (PARTE 2)



Vemos de tudo, desde manchetes poéticas até as sensacionalistas, passando por pequenas divulgações de grandes ações humanitárias e essenciais á manutenção da saúde, aos apelos de maus políticos, desinformados e oportunistas, aos mais técnicos e conhecedores da matéria. 

terça-feira, 17 de junho de 2014

PELO DIREITO A IGUALDADE E SAÚDE


Discute-se que a saúde não é a ausência de doenças, mas um estado de vida capaz de promover o bem estar ao individuo.

Diante dessa tese é importante lembrarmo-nos do quanto à medicina tem avançado e do quanto à população não tem evoluído, no que se reverem a conscientização das necessidades de preservação da saúde, da boa utilização dos recursos que são disponibilizados através de politicas públicas e do acompanhamento das ações dos gestores municipais.

terça-feira, 10 de junho de 2014

QUAL A IMPORTANCIA DA PASTORAL DO DIZIMO INFANTO JUVENIL?


A importância desta pastoral é pedagógica e formativa. Não tem a intenção principal de alocar recursos e sim, formar consciência solidaria.
Deve ser orientada pela catequese e acompanhada pela pastoral do dizimo paroquial.
A pastoral alcança seus objetivos de modo mais eficaz quando permite que a criança evangelize a criança. Um trabalho de valor inestimável na construção da cidadania cristã.

Uma coisa é falar para criança e adolescente sobre a partilha, outra, é ela experimentar. Apoie, incentive e implante a pastoral em sua paroquia.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

PASTORAL DA SOBRIEDADE (PARTE 1)


A Pastoral da Sobriedade é a ação concreta da igreja para o enfrentamento, do social da exclusão, miséria e violência. Nasceu em 1998, na 36ª Assembleia dos Bispos do Brasil, para responder a delicada questão do uso de drogas. E hoje, vai além. Trata de qualquer tipo de dependência – química ou não. É uma ação pastoral conjunta que busca a integração entre todas as pastorais, movimentos, comunidades terapêuticas, casa de recuperação para, através da pedagogia de Jesus-libertador, resgatar e reinserir os excluídos, propondo uma mudança de vida através da conversão.


sexta-feira, 23 de maio de 2014

A VIDA A PARTIR DA CORPOREIDADE (PARTE 6)


Para que continuemos pensando sobre quem somos colocamos como mais um elemento de reflexão, a poesia: O Guardador de Rebanhos, de Alberto Caeiro.

Sou guardador de rebanhos
O rebanho é os meus pensamentos
E os meus pensamentos são todos sensações.
Penso com os olhos e com os ouvidos
E com as mãos e os pés
E com o nariz e com a boca.

Pensar uma flor é vê-la e cheirá-la
E come um fruto é saber-lhe o sentido.

Por isso quando num dia de calor
Sinto-me triste de gozá-lo tanto.
E me deito ao comprido na erva,
E fecho os olhos quentes,
Sinto todo meu corpo deitado na realidade

Sei a verdade e sou feliz.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

A VIDA A PARTIR DA CORPOREIDADE (PARTE 5)

Iniciamos essa nossa reflexão destacando a grande interrogação do se humano sobre o sentido da sua existência. Podemos afirmar que nós não estamos aqui apenas de passagem como alguns costumam pensar. Não estamos neste mundo apenas para garantir a preservação da espécie humana através da procriação. Embora essa traga em si os elementos dos cosmos, dele se diferencia pela capacidade de refletir e de interferir livre e conscientemente no meio em que vive.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

A VIDA A PARTIR DA CORPOREIDADE (PARTE 4)



A redescoberta da corporeidade nos coloca em um processo de autorrecontrução, passamos a nos compreender a partir da inteireza do nosso ser, que nos remete a tríade: corpo/ mente/ coração, ou fazer/ saber/ saborear, ou ainda agir/ pensar/ sentir. É importante chegar à harmonia deste três pontos. Para que o ser humano possa integra-se consigo mesmo e com o meio e possa sentir-se plenamente saudável, é necessário que se leve em consideração todas as suas potencialidades biológicas, cognitivas, afetivas e espirituais em unidade. Nesse sentido os projetos que dizem respeito á saúde devem se esforçar para estabelecer um dialogo com profissionais de diversas áreas. 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

A VIDA A PARTIR DA CORPOREIDADE (PARTE 3)



O catecismo da igreja católica afirma que a enfermidade e o sofrimento sempre estiveram entre os problemas mais graves da vida humana. “Na doença, o homem experimenta sua impotência, seus limites e sua finitude”. Ao falar sobre a dignidade das pessoas o catecismo destaca que “O cuidado com a saúde dos cidadãos requer a ajuda da sociedade para obter condições de vida que permitam cresce e atingir a maturidade”. Nesse sentido pode-se afirmar que a saúde publica tem que se ocupar com tudo àquilo que possa promover a vida das pessoas, procurando desenvolver projetos preventivos e curativos.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

A VIDA A PARTIR DA CORPOREIDADE

Há muito que o ser humano se pergunta sobre o sentindo da sua existência. Ele se percebe como um ser diferente das outras criaturas, embora, recentemente, descubra-se cada vez mais como parte integrante deste grande complexo que é o cosmo, sendo assim, jamais poderá deixar de refletir sobre o mundo que está em sua volta para conhecer melhor a si mesmo. Nesse sentido chama-se a atenção para um dos elementos mais importantes para essa compreensão de si, a corporeidade. A instrução da congregação na doutrina da fé “Donum Vitae”, sobre o respeito pela vida humana nascente e a dignidade da procriação, de 22 de fevereiro de 1987, diz que a vida física é um bem fundamental porque todos os outros bens da pessoa se baseiam nela e se desenvolvem a partir dela. Battista Mondin afirma que não há nenhuma operação humana que não tenha um componente somático mais ou menos visível. Portanto, segundo esse autor, o corpo é componente fundamental do existir, do viver, do conhecer, do desejar, do faze, do ser, etc., ele é elemento essencial do homem. Deste modo, vê-se o homem em sua corporeidade como um ser no mundo, como um ser social.

terça-feira, 29 de abril de 2014

A PRATICA DO DIZIMO É INDIVIDUAL OU FAMILIAR? (Parte 2)


Com a participação da mulher no mercado de trabalho, ela também participa com sua produção. O mesmo ocorre quando os filhos começam a trabalhar.
Nestes modos o modo de participa passa a ser livre. A família decide. Não há nenhum problema em cada um dos cônjuges terem seu carnê. Mesmo os filhos.

O importante é participar.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

A PRATICA DO DIZIMO É INDIVIDUAL OU FAMILIAR?

A PRATICA DO DIZIMO É INDIVIDUAL OU FAMILIAR?
O principio é a família. Quando o provedor do lar contribui com o dizimo, toda a família esta participando daquela ação. Trata-se dos casos em que os filhos são ainda dependentes.


sábado, 26 de abril de 2014

PASTORAL DA SAÚDE


A pastoral da saúde é uma das pastorais sociais da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. É uma sociedade cívico-religiosa, sem fins lucrativos, instituída oficialmente, desde 9 de maio de 1986 e com estatuto aprovado em assembleia nacional em setembro de 1999.
Para a pastoral da saúde não é só ter saúde com o próprio corpo, mas com os pensamentos e emoções. É o bem estar espiritual.
A pastoral da saúde acontece em domicílios, hospitais, asilos, creches, conselhos de saúde, escolas, associações de bairros, sindicatos, em todo lugar que se importe com a saúde.

O agente da pastoral da saúde desenvolve um trabalho de anúncio do evangelho, humanização, prevenção e promoção da saúde, em três dimensões: solidária; comunitário e politico institucional. 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

O SUS, A SAÚDE E A AYENÇÃO PRIMÁRIA NO BRASIL (PARTE 4).

Por se tratar de um programa ainda recente, existem aéreais ainda sem cobertura, muitas dúvidas em relação ao que a equipe faz e, principalmente, um exerce de demanda por parte da população (eram muitas pessoas que não tinham atendimento antes e que precisam ser cuidadas, o que acaba gerando superlotação). Mas é devagar que mudamos a saúde no Brasil. Se formos pensar na historia do SUS, por exemplo, ele tem menos de 25 anos de idade e antes de ele existir só quem tinham direito a saúde gratuita eram as pessoas que trabalhavam com carteira assinada, o restante da população dependia d vontade das casas. Hoje temos um sistema que entende a saúde como direito de todos, que atende com equidade (os mais graves primeiro) e sem discriminação, o que já é um enorme avanço. A estratégia de Saúde na família é só mais um passo na direção de melhoria na qualidade de atendimento. Conhecer o SUS e orientar a população sobre como receber o atendimento que precisa, de acordo com a necessidade, é responsabilidade de todos nós. Estimular hábitos de vida mais saudáveis e auxiliar pessoas doentes a conseguirem acesso as equipes de saúde faz parte da nossa missão. Faça parte da pastoral da saúde em sua comunidade e descubra como contribuir para construir o SUS e ajudar a promover a saúde no Brasil. As pastorais dentro da igreja são muito importantes e a pastoral da saúde em especial, neste aspecto, pode contribuir muito levando o conhecimento, informação, treinamento , prevenção e alargando sua área de atuação, alcançando as necessidades mais prementes de sua comunidade.

quinta-feira, 27 de março de 2014

O SUS, A SAÚDE E A AYENÇÃO PRIMÁRIA NO BRASIL (PARTE 2).



É nesta perspectiva que o SUS brasileiro adotou, há 17 anos, o Programa de Saúde da Família, proposta exitosa em vários países como Inglaterra, França e Cuba, que chega ao Brasil na tentativa de reestruturar a forma como a saúde é feita. Uma população saudável não vai ao medico quando a doença já está insustentável, tendo que enfrentar horas no pronto-socorro, sobrecarregando hospitais e ficando a mercê de grandes leitos hospitalares. Um sistema de saúde que se preze, estimula os cidadãos a hábitos de vida saudáveis, detectando precocemente as doenças, rastreando problemas, promovendo saúde, discutindo com o paciente a melhor forma de tratamento dentro da realidade que ele vive, dento das condições familiares e salariais que ele vive. O Programa de Saúde é composto por uma equipe, cada qual responsável por um território e com um determinado numero de famílias. Cada equipe é composta por medico, enfermeiro, auxiliar de enfermagem e agentes comunitários de saúde que são responsáveis pela atenção primaria em saúde, promovendo saúde, educando e sendo educado pela comunidade e prevenindo doenças. Desta forma, existe uma equipe que acompanha toda a família e, quando necessário, encaminha o paciente para o especialista, sempre com referencia (informando ao especialista porque ele está pedindo a avaliação) e a contra referência (onde o especialista fala o que ele acha e como o tratamento deve seguir) de modo que o paciente sempre possa contar com a equipe de saúde da família para cuidar de sua saúde.

quinta-feira, 13 de março de 2014

O SUS, a saúde e a atenção primariam no Brasil.

Observamos contidamente inúmeras reclamações, denúncias e reportagens pontuando os problemas que o Sistema Único de Saúde – SUS – brasileiro apresenta. Verdade seja dita que no mundo dos planos de saúde as coisas não estão melhores, ao contrário, a qualidade do atendimento caiu bastante nesses últimos anos. Filas intermináveis, diagnósticos imprecisos, exames desnecessários ou insuficientes, infraestrutura precária e milhares de especialistas (cada qual conhecendo um pedacinho de você, mas nunca o todo) trazem aos mais antigos aquela saudade do médico que acompanhava a família, fazia visitas em sua casa, conhecia toda sua historia e te tratava como uma pessoa e não como um prontuário.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

ALCÓOLICOS ANÔNIMO

Das conversas entre amigos, em abril de 1840, nos Estados Unidos á abertura do primeiro grupo AA no Brasil, aos 5 de setembro de 1950, milhares de pessoas venceram o vício do alcoolismo. O AA esta presente no mundo todo e reuniões internacionais ocorrem desde 1972, a cada dois anos.

No Brasil o AA está presente em milhares de cidades. A irmandade não está ligada a nenhuma religião especifica, no entanto, é em ambiente paroquial que grande maioria dos trabalhos é realizada. Uma história de sucesso, resultado de um trabalho sério, com métodos simples como a partilha de experiências pessoais e propósitos objetivos. Um dia de cada vez... É a luta diária por parte dos que auxiliam na recuperação, bem como do próprio dependente.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

SAÚDE PARA TODOS (PARTE V)



Devemos incentivar a prática de obras de misericórdia individuais, como visitar um doente, doar sobras de remédios, ou fazer campanhas de arrecadação de alimentos, óculos e cadeiras de rodas. Claro que isso também é fraternidade, sobretudo em situações de emergência. Mas, o objetivo maior é mobilizar os cristão e a sociedade em geral para que o direito a saúde seja priorizado para todos e não só para poucos privilegiados que podem pagar caro por ela.

SAÚDE PARA TODOS (PARTE IV)

O Brasil aplica apenas 4% do seu PIB em saúde, quando em outros países investem de 6 a 8%. E investem em medicina preventiva e não só curativa.

A boa saúde não depende só de remédios, médicos e hospitais. Depende de uma infraestrutura que permita ao acesso aos bens que favorecem a manutenção da qualidade da saúde: alimentação, moradia, saneamento básico, educação, fiscalização, salários suficientes para sustentam esses bens, e condições de trabalho que permita evitar o absurdo de que só entre trabalhadores formais, com vinculo pela CLT, tenham sido contabilizados em 2007, no Brasil, 653.090 acidentes de trabalho. O dobro das baixas por acidentes de trânsito e pela AIDS. Doze mil vitimas eram crianças trabalhadoras.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

SAÚDE PARA TODOS (PARTE III)

Os remédios alcançaram o valor de joias. Preços proibitivos para a grande maioria do povo. Bastariam apenas 350 qualidades de remédios para atender a 99% da população. No entanto, circulam mais de 30 mil títulos. Muitos deles sem eficácia nenhuma, ou simplesmente maquiados, idênticos a outros, apenas com embalagem diferente. E todos eles produzidos por empresas e laboratórios multinacionais.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

SAÚDE PARA TODOS (PARTE II)

Mesmo no campo mais estrito da saúde-doença, já se definiu o Brasil como um imenso hospital sem hospitais. Insuficientes em quantidade, péssimos em qualidade, sobretudo os hospitais públicos. Quase todos concentrados nos estados ricos do sul e nas grandes cidades. As diárias hospitalares são absurdamente elevadas, em níveis de hotéis cinco estrelas. A maioria dos hospitais públicos está sucateada, superlotados, contaminados, sujos, com doentes espalhados pelos corredores e até nos banheiros. Um corpo clinica mal pago, pior equipado, estressado, de que se exige uma disponibilidade heroica para que se atenda tanta gente. Em média, quarenta milhões de brasileiros não tem acesso aos hospitais e benefícios públicos da saúde. 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

SAÚDE PARA TODOS (PARTE I)

Não! Não é um brinde entoado ao tilintar das taças de champanhe num banquete de gente fina. É uma reivindicação. A reivindicação de um direito. O direito fundamental e sagrado de viver com saúde. E quando não se a tem, o direito de dispor de recursos e meios próprios da sociedade para recupera-la. Saúde não é apenas ausência de doenças. Saúde, segundo a OMS, é um estado de completo bem-estar físico, mental, social e espiritual. Portanto, não se pode pensa na saúde apenas como necessidade de remédios, hospitais, postos de saúde, médicos. Ela implica em muitas outras exigências, como: alimentação suficiente e equilibrada, moradia decente, tratamentos de esgotos, água potável, salubridade e segurança no trabalho, nos transportes, no meio-ambiente.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O ANTIGO TESTAMENTO TRATA O DIZIMO COMO UMA LEI JUDAICA. ESTA LEI É VÁLIDA PARA NÓS NO DIAS DE HOJE?


PARTE II

Em Jesus os escritos sagrados do antigo testamento ganham plenitude de sentido. Assim poderíamos dizer que tudo o que aprendemos sobre o dizimo no AT ganha nova dimensão no novo testamento e é o que São Paulo nos orienta em sua primeira carta á comunidade de corinto.
SOMOS DIZIMITAS NÃO PELA LEI, MAS PELA GRAÇA DO AMOR!


Não somos obrigados a cumprir a lei, somos chamados a ser família de Deus. Um amor gratuito e livre, que nos realiza e liberta.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O ANTIGO TESTAMENTO TRATA O DIZIMO COMO UMA LEI JUDAICA. ESTA LEI É VÁLIDA PARA NÓS NO DIAS DE HOJE?
PARTE I

Em Jesus tudo se faz novo. Não estamos mais sob o jugo da lei, mas sobre a ação da graça de Deus.

A palavra de Deus não passa e nem passará, mas deve ser vivida segundo o contexto cultural de cada época.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

BEATAS DO NOSSO TEMPO

Irmã Dulce e Madre Teresa, nunca se conheceram pessoalmente, uma da Bahia, Brasil; outra de Calcutá, Índia. A semelhança missionaria entre as duas é tal, que muitas pessoas confundem uma com a outra.

_Despojaram-se e entregaram suas vidas aos mais pobres entre os pobres.
_Dedicaram-se a saúde daqueles que não9 tinham voz nem vez na sociedade.
_Enfrentaram as adversidades com oração e trabalho.
_Ambas frágeis fisicamente, extremamente fortes na fé e no amor a Cristo.
_Não se calaram diante dos ricos e poderosos, pelo contrario, no silêncio do labor gritaram em suas consciências.
_Faleceram em missão.
_Foram beatificadas pela igreja.

Unidas pela esperança da ressureição intercedem no céu por todos nos.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

DEUS CONFIA NA HUMANIDADE (PARTE V)



A participação consciente pela participação da partilha fortalece a comunidade e permite uma melhor formação dos agentes transformadores. Assim queridos irmãos e irmã, unamo-nos nessa reflexão e luta.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

DEUS CONFIA NA HUMANIDADE (PARTE IV)


Há solução? Sim. A humanidade, conforme Deus mesmo ressalta: é muito boa. É preciso que esta desperte para sua vocação humana, libertando-se da escravidão que o pecado impõe e voltando-se para o criador, fonte de sabedoria e vida.


É urgente a necessidade da evangelização. Que a palavra regulamentadora de Deus denuncie a anuncie. Para isso, precisamos ser formados e enviados. Este é o valor da comunidade cristão. Como nos exorta o documento de Aparecida: “Todo batizado é discípulo missionário de Jesus Cristo”. Deus continua confiando na humanidade e outorga-nos essa missão reparadora quando diz: “Ide a anuncia a boa nova”.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

DEUS CONFIA NA HUMANIDADE (PARTE III)



Em plena trajetória do desenvolvimento, a ambição faz parceria com a corrupção. Não bastasse a falta de oportunidade e acesso a todos, de tudo, a corrupção sabota os direitos conquistados, principalmente dos menos favorecidos. Por isso, assistimos silenciosos, a filas intermináveis de pobres no pronto-socorro; irmã e irmão morrendo em corredores de hospitais; e ao descaso no atendimento publico. Sem falar na precariedade de saneamento que muitos pobres são submetidos. Uma verdadeira desumanidade.

Essa combinação que se faz pelo poder pelo poder se faz refletir nos números escandalosos de aborto, que ocorrem diariamente; em epidemias, como a dengue; e em doença originadas pela falta de higiene, como a Hanseníase; e é claro, no enorme índice de desnutrição e mortalidade infantil. 

DEUS CONFIA NA HUMANIDADE (PARTE II)


É surpreendente o quanto a humanidade caminhou e melhorou ao longo da historia. Da descoberta do fogo as redes de comunicações; das cavernas aos edifícios mais elaborados e confortáveis; das longas viagens a pé aos mais avançados meio de transporte. A vida é mais longicaule em função da evolução farmacêutica e das novas técnicas na realização dos exames, possibilitando melhores diagnósticos. Equipamentos de toda sorte foram criados para ajudar e agilizar o ser humano no cotidiano. O homem correspondeu assim ao projeto de Deus, mas, plenamente? Ainda não.

A ambição encontrou abrigo no poder humano. Quiçá o homem pudesse, após cada invento, olhar e dizer: é muito bom! No entanto, o que se ouve é: terei bom lucro! Tudo o que Deus criou se fez para toda a humanidade e não para alguns privilegiados. O sol, o mar, a terra, os animais, as plantas... Tudo foi disponibilizado a todos. Que bom seria se todos tivessem acesso à moradia, ás facilidades tecnológicas, aos mais avançados sistemas desenvolvidos para a saúde. Agua, comida, educação, saúde, lazer.


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

DEUS CONFIA NA HUMANIDADE (PARTE 1)
Deus é audacioso e confia na humanidade.

Deus após a criação viu que tudo era muito bom. Essa afirmativa se aplica também ao homem e a mulher. E a eles, submeteu tudo que fora criado.


Notamos que o homem carrega uma curiosidade que lhe permite descobrir, inventar, copiar e recriar as coisas. Um dom divino que, dentre todas as criaturas, somente a espécie humana tem. A inteligência. É graças a esse dom, que o desenvolvimento humano acontece.