Há muito que o ser humano se
pergunta sobre o sentindo da sua existência. Ele se percebe como um ser
diferente das outras criaturas, embora, recentemente, descubra-se cada vez mais
como parte integrante deste grande complexo que é o cosmo, sendo assim, jamais
poderá deixar de refletir sobre o mundo que está em sua volta para conhecer
melhor a si mesmo. Nesse sentido chama-se a atenção para um dos elementos mais
importantes para essa compreensão de si, a corporeidade. A instrução da
congregação na doutrina da fé “Donum Vitae”, sobre o respeito pela vida humana
nascente e a dignidade da procriação, de 22 de fevereiro de 1987, diz que a
vida física é um bem fundamental porque todos os outros bens da pessoa se
baseiam nela e se desenvolvem a partir dela. Battista Mondin afirma que não há nenhuma
operação humana que não tenha um componente somático mais ou menos visível.
Portanto, segundo esse autor, o corpo é componente fundamental do existir, do
viver, do conhecer, do desejar, do faze, do ser, etc., ele é elemento essencial
do homem. Deste modo, vê-se o homem em sua corporeidade como um ser no mundo,
como um ser social.
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