Mas há algo que podemos afirmar
com alegria e esperança, a humanidade ainda se sensibiliza com a fraqueza da
humanidade. As pessoas se unem, esquecendo suas diferenças. Organizações,
celebridades, governos e as pessoas comuns se mobilizam em prol das vitimas-nos
mais distantes lugares. Mas serão necessárias as catástrofes para que nosso
senso de humanidade seja desperto? Por que no dia-a-dia esbarramos no egoísmo e
no individualismo? Por que pessoas são capazes de mandar agua e mantimentos
para pessoas tão distantes e muitas vezes estão cegas ás necessidades de sua própria
comunidade social?
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